O último dos canalhas

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

The Last Hellion
Loretta Chase
Editora Arqueiro

Tradução:Alves Calado
ISBN: 9788580414752
Ano: 2015
Páginas: 304

Sinopse
O devasso Vere Mallory, duque de Ainswood, está pronto para sua próxima conquista e já escolheu o alvo: a jornalista Lydia Grenville. Só que desta vez, além de seduzir uma bela mulher, ele deseja também se vingar dela.
Ao se envolver numa discussão numa taverna, Vere foi nocauteado por Lydia e se tornou alvo de chacota de toda a sociedade. Agora ele quer dar o troco manchando a reputação da moça. Mas Lydia não está interessada em romance, principalmente com um homem pervertido feito Mallory. Em seus artigos, ela ataca nobres insensatos como ele, a quem considera a principal causa dos problemas sociais.
Nesse duelo de vontades, Vere e Lydia se esforçam para provocar a derrota mais humilhante ao mesmo tempo que lutam contra a atração que o adversário lhe desperta. E, nessa divertida batalha de sedução e malícia, resta saber quem será o primeiro a ceder à tentação.
Resenha por Ver Sobreira
Raras vezes eu fico abismada com a capacidade criativa de alguns autores, e Loreta Chase, uma escritora que há muito publica livros no mundo todo é um exemplo de pura genialidade , e seus romances de época dão conta do entretenimento, bem como de alguns situações que aparentemente eram incomuns na Inglaterra do começo do século XIX. Porém isso não é problema, pois essa não é a finalidade do romance. Loretta Chase não tem a pretensão que seu romance seja histórico, porque senão ela teria colocado em evidência vários acontecimentos relevantes para história que aconteceram no ano 1826.

Ligeiramente Casados

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Slighty Married - The Bedwyns#1
Mary Balogh
Editora Arqueiro

Tradução:Ana Rodrigues
ISBN:9788580413212
Ano:2015
Páginas:288

Sinopse

À beira da morte, o capitão Percival Morris fez um último pedido a seu oficial superior: que ele levasse a notícia de seu falecimento a sua irmã e que a protegesse "Custe o que custar!". Quando o honrado coronel lorde Aidan Bedwyn chega ao Solar Ringwood para cumprir sua promessa, encontra uma propriedade próspera, administrada por Eve, uma jovem generosa e independente que não quer a proteção de homem nenhum.Porém Aidan descobre que, por causa da morte prematura do irmão, Eve perderá sua fortuna e será despejada, junto com todas as pessoas que dependem dela... a menos que cumpra uma condição deixada no testamento do pai: casar-se antes do primeiro aniversário da morte dele o que acontecerá em quatro dias.

Fiel à sua promessa, o lorde propõe um casamento de conveniência para que a jovem mantenha sua herança. Após a cerimônia, ela poderá voltar para sua vida no campo e ele, para sua carreira militar.Só que o duque de Bewcastle, irmão mais velho do coronel, descobre que Aidan se casou e exige que a nova Bedwyn seja devidamente apresentada à rainha. Então os poucos dias em que ficariam juntos se transformam em semanas, até que eles começam a imaginar como seria não estarem apenas ligeiramente casados...

Neste primeiro livro da série Os Bedwyns, Mary Balogh nos apresenta à família que conhece o luxo e o poder tão bem quanto a paixão e a ousadia. São três irmãos e três irmãs que, em busca do amor, beiram o escândalo e seduzem a cada página.

Período em que se passa o livro: Guerras Napoleônicas conflito  que se estendeu de 1803 a 1815,  Guerra da Sexta Coalizão (1812–1814);
Quem reinava na Inglaterra era Jorge III, terceiro monarca da casa Hannover.

"Período da Regência" as vezes se refere ao período ainda maior de tempo que a década da regência formal. O período entre 1795 e 1837, a parte final do reinado de Jorge III e os reinados de seus filhos Jorge IV e Guilherme IV, foi caracterizado por traços distintos na arquitetura, literatura, moda, política e cultura britânicas. Se "Período da Regência" for usado para descrever a transição entre as eras "jorgiana" e "vitoriana", o foco é o período "pré-vitoriano" de 1811, quando a regência formal começou, até 1837 quando Vitória  sucedeu Guilherme IV.

Romance Histórico x Romance de Época

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Maiteí, índios
Hoje vamos falar um pouquinho de romance histórico e romance de época. Vocês já devem saber que há diferenças entre um e outro. Como estou com  pelo menos 10 deles para ler, resolvi fazer posts especiais sobre eles  e falar dos últimos lançamentos destes subgêneros do romance. Algumas editoras têm investido e temos boas publicações.


O romance histórico é um subgênero do romance  narrativa própria do século XIX, mas que ainda continua a ser desenvolvido com grande impulsão nos séculos XX e XXI. Seu argumento baseia-se, como o nome indica, em eventos ou figuras históricas.  De acordo com György Lukács, a finalidade principal  é oferecer uma visão crível de um período histórico distante da referência, de modo que tenhamos uma cosmovisão de maneira realista. São explorados o sistema de  valores  sociais e culturais e  também as crenças daquele momento.

Nesses romances é comum  alguns autores usarem figuras do período histórico em questão como referência, porém a maioria dos personagens são fictícios.Já os fatos históricos que ocorrem em geral são  verdadeiros. O romance histórico  requer do autor  uma grande documentação, mesmo que ele escreva pura ficção,  porque caso contrário, seria algo mais como um romance de aventura outro subgênero, em que a história torna-se apenas um pretexto para a ação, como, por exemplo, na maioria dos romances de Alexandre Dumas.

Coluna - O que os livros inspiram - Esmaltes?

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Maiteí índios,
O blog estava paradão né? Mas por boa causa. Ai resolvi pensar em novas colunas, com todo tipo de informações e coisas legais, mas sempre envolvendo o nosso universo: Livros. Então... Vamos lá.
Vocês já devem estar cansados de saber desta linha de esmaltes da Granado inspirada nas grandes escritoras. É uma linha que tem esmaltes com cores até bonita,  porém um pouco caros. Agora mais uma indústria de cosmético também se inspiro neste amado objeto de desejo, é a Risqué.

A Risqué lançou a linha Colecionistas inspirada no universo dos colecionadores. São 5 cores seguem abaixo:

Viagens em Postais: Um azul cremoso aberto para recordar as paisagens e momentos que marcaram a nossa vida. 

Meus Souvenirs: Um pink cremoso e intenso que representa a alegria de reviver os bons momentos.
Grandiosas Miniaturas: Um coral cremoso para eternizar as pequenas coisas que fazem a nossa vida mais feliz. 

 Fotos que Adoro: Um nude clássico que simboliza as fotografias que mais amamos. 
 Livros Inesquecíveis: Um azul escuro cremoso para homenagear os volumes que nos fazem viajar sem sair do lugar. 
  Discos de Vinil: Um furta-cor metalizado com reflexos dourados que lembram aqueles LP’s que se tornaram relíquias.
http://www.esmaltenasunhas.com.br/2015/08/14/nova-colecao-risque-colecionistas/

Pode  até ser que a cor seja a mesma de outras, mas não foi fofo demais da Risqué lembrar de nossos amados livros?

A Avon também teve uma linha que obviamente era inspirada no universo da literatura. Desta linha que foi de 2012 ainda achamos o Maçã Envenenada e o Quase para Sempre.
Quase para sempre: lilás
Beijo adormecido: rosa claro
Maçã envenenada:vermelho aberto
Sapo encantado:verde
Princesa em fuga:azul cintilante


Fiquem ligados nesta nova coluna.
 

Coluna da Leila - O que (quem) realmente importa

Maiteí, índios
Desculpem-me a a ausência nestes quase dois meses. Foram muitos acontecimentos como já havia informado a vocês: casamento, viagem de lua de mel, monografia, etc. Monografia concluída. Agora fiz a loucura de me candidatar a uma vaga para  o Mestrado em Literatura e fora o fim do ano letivo, sou professora, mas dá pra começar por o blog em dia. A Leila Krüger também andava sumida porque  está escrevendo um novo romance, então comecemos com a coluna dela. Confira!



Mais uma noite filosófica de sexta (oh, não!).
E as mil e uma voltas que a mente dá, falcão negro sobre o mar, e o coração rodopia em uma galáxia que brilha, e também obscurece, e inebria. 
O que, ou quem realmente importa na vida? – pergunta-se. Eu acho que esse é o grande ponto. 
A grande resposta do tempo. Da alma. Do infinito.
A gente se engana tão fácil. E o óbvio não é tão evidente assim, às vezes. E coisas passam, e coisas voltam, outras ficam, e ficam, e não vão embora porque – incrivelmente – são nossas. São quem nós somos, são nossa vida.
Não pense que é tão simples. “O óbvio é o mais difícil de se enxergar”, obrigada por nos revelar, Clarice Lispector. E de repente o que parecia não ser, de fato é. E o que era já não é mais. Nem será. Ou quem sabe um dia seja ainda. Se realmente importar, haverá.
Pena que tantas vezes é tarde demais. Quando a gente vê. O que realmente importa, quem realmente importa, quem nós somos – isso é que importa. Nós vamos morrer um dia! Vamos antes descobrir os porquês (por quens) de termos vivido.
Aproveite. Enquanto as pessoas estão perto (não é só físico). Estão vivas (você pode tocá-las). Têm um sorriso. Uma lágrima. Uma mão estendida, despretensiosamente quem sabe. Você talvez não repare nela. Aproveite enquanto há fôlego, possibilidades, sonhos, enquanto há verdades estampadas em árvores como aquele velho coração com duas letras dentro que os anos não apagam (as árvores não morrem, não é?). 
Dentro da gente. É lá que está o que (quem) realmente importa. 
O que importa o tempo não leva.
Isso não!
Ele não pode levar o que é mais verdadeiro. E o que é mais verdadeiro a gente sente.
E é eterno.
O que, ou quem realmente importa. Por favor, não, não descubramos tarde demais.

O tempo é cruel com os cegos de coração.
Só se enxerga bem com o coração: o que realmente importa.
O que realmente importa não vai embora da gente.


Leila Krüger - Sou romancista, poeta e contista. Tenho obras em jornais, revistas, antologias e portais na Internet. Publiquei Reencontro, meu primeiro livro, pela Editora Novo Século em 2011. Em 2012 publiquei o livro de poemas A Queda da Bastilha e, em 2014, o livro de crônicas Coração em Chamas. Já recebi prêmios nos gêneros conto e poesia. E agora venho com esta coluna aqui no  Tribo do Livro, de alma limpa e coração nu. Facebook: www.facebook.com/leilakrugeroficial Twitter: @Leilakruger Instagram: @Leilakruger - Colunista

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