Chá da Tarde - Editora Rocco

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Post suuuuuuuuper atrasado!!!




Índios,

Este já era para ter saído desde semana passada, no último dia 13 fui a um chá na editora Rocco. Lá encontrei com outros blogueiros, foi uma tarde interessante para falar de uma autora que já tem 3 livros publicados aqui, – o quarto está saindo agora – , porém pouco conhecida, Kate Morton. Infelizmente como eu,  todos os blogueiros presente nunca tinham ouvido falar da autora. Que chato! Mas naquela tarde mudamos um pouco  isso e agora conto para vocês.



Gente, o que mais queremos entender porque uma autora que já tem três livros,– fomos lá para ser apresentado ao quarto –, é tão desconhecida. Ainda não li, mas sei que ela é apaixonada por literatura inglesa vitoriana, inclusive está fazendo mestrado na área e que seu estilo beira ao new-gótico. Kate Morton gosta de revisitar o passado e fazer dele uma ponte para resoluções de pendências no presente. É pesquisadora apurada na hora de construir seu universo literário e seus personagens. Vivência suas histórias tão intensamente que às vezes se vê parte dela.


Kate Morton, a mais velha de três irmãs, cresceu nas montanhas do Sudoeste de Queensland, na Austrália. Depois de concluir o ensino secundário licenciou-​se em Artes Dramáticas em Londres, no Reino Unido. Se até então achava que o seu futuro seria no teatro, rapidamente descobriu que a sua paixão eram as palavras. Mais recentemente licenciou-​se em Literatura Inglesa. Kate vive atualmente com o marido, Davin, e os seus dois filhos em Bris­baine, num palacete do séculoXIX repleto de mistérios. 




OS LIVROS:

A casa das lembranças perdidas
O romance de estréia da australiana Kate Morton surpreendeu o mundo ao se tornar o título mais bem-sucedido na Inglaterra desde O código da Vinci. Com direitos de tradução vendidos para 29 países, o livro revela os segredos de uma família aristocrata inglesa que tenta sobreviver às fortes transformações do início do século XX. Assassinatos, triângulos amorosos e intrigas familiares dão a tônica desse romance, que vendeu mais de 600 mil exemplares só na Inglaterra, e tornou-se best-seller imediato também nos Estados Unidos, Alemanha, França, Itália e Austrália.







O Jardim Secreto de Eliza
Em 1913, um navio chega à Austrália direto de Londres, trazendo com ele uma menina de quatro anos, absolutamente sozinha, sem um acompanhante adulto sequer. Com ela, apenas uma pequena mala com um livro de contos de fadas. O mistério de quem era a bela garota, que dizia não lembrar seu nome, e de como chegou ao porto, jamais foi desvendado. Em suas memórias ela trazia apenas a imagem de uma mulher que ela chamava de a dama ou a Autora e que dizia que viria buscá-la. Muitos anos depois, em 2005, na cidade australiana de Brisbane, a doce e reservada Cassandra herda de sua avó Nell uma casa na Inglaterra. Surpresa, ela descobre que a casa esconde as origens de sua avó, que foi uma vez a bela menina sem nome perdida no porto.
O jardim secreto de Eliza, da escritora australiana Kate Morton, foi um sucesso em seu lançamento, fazendo parte da concorrida lista de livros mais vendidos do The New York Times. A autora, que estreou na literatura com o best-seller A casa das lembranças perdidas, também publicado no Brasil pela Rocco, conta uma saga que se desenrola por diferentes gerações de mulheres, cada uma guardando segredos, sentimentos e memórias reprimidas.
Enquanto acompanha a viagem de Cassandra para a Inglaterra em busca de suas origens, a autora revela uma trama paralela que se desenrola muitos anos antes do nascimento da menina, quando Nell vê seu mundo cair depois que seu pai revela, às vésperas de seu noivado, que ela não é sua filha vraros e que vive numa casa em uma região afastada da Austrália. Seu exílio auto imposto, no entanto, é quebrado quando sua filha deixa a pequena Cassandra a seus cuidados. Revoltada com a filha por ter abandonado a menina, assim como aconteceu com ela quando criança, erdadeira. A notícia a transforma numa mulher estranha, colecionadora de artigos antigos e Nell acaba estreitando laços com a neta.
Um dia, porém, nos idos dos anos 1970, Nell, resolve finalmente reconstituir o caminho de volta a terra de onde veio: Londres. Lá, descobre muitas coisas sobre seu passado, incluindo as lembranças da moça que chamava de A Autora: Eliza Makepeace, uma travessa menina contadora de histórias que tinha sua própria cota de tragédias para viver na Inglaterra da virada do século XIX para o XX. Seria Eliza mãe de Nell? E por que ela a abandonou? Agora, é a vez de Cassandra revirar a pequena mala de segredos da avó e saber o que Nell conseguiu descobrir, se é que ela obteve sucesso em sua busca.



As Horas Distantes
 Tão logo começou a ler a carta, Meredith Baker soltou um horrível grito sufocado, que foi seguido rapidamente por uma série de soluços ásperos. Edie Burchill parou o que estava fazendo, mas, ao se aproximar da mãe, esta ficou rígida e agiu como se nada de importante houvesse acabado de acontecer. A carta havia chegado momentos antes. Descobriria mais tarde que se tratava de uma missiva perdida há mais de 50 anos, que finalmente chegava ao destino. No verso, a assinatura de Juniper Blythe e um endereço pomposo: Castelo Milderhurst, Kent.
Depois de se recuperar do susto e de minimizar a importância da carta, Meredith começou a contar a Edie que havia conhecido Juniper Blythe durante a Segunda Guerra, quando foi obrigada a abandonar a família. Naquele dia, ela e os irmãos foram reunidos na escola, conduzidos à estação ferroviária e colocados em vagões de trens. Ao chegarem a Cranbrook, foram separados em grupos e conduzidos a um salão, onde mulheres aguardavam a sua chegada com um sorriso fixo no rosto. As crianças eram escolhidas por essas mulheres. Meredith fora escolhida por uma jovem de 17 anos, que ao entrar no salão pareceu ter mexido com a atmosfera do lugar. A jovem chamava-se Juniper Blythe, era a caçula de três irmãs, filha de Raymond Blythe, um autor renomado, que ficou famoso especialmente após escrever a história do Homem Lama. As irmãs mais velhas de Juniper eram as gêmeas Saffy e Percy.
Mais que isso, Edie não conseguiu arrancar da mãe. Movida por enorme curiosidade, ela passa então a procurar respostas para os enigmas que envolveram a juventude da mãe, especialmente a parte vivida junto das irmãs Blythe, mais especificamente de Juniper, a autora da carta.
A escritora Kate Morton, que costuma dizer ter sido absorvida pela história enquanto a estava criando, utiliza-se de diferentes narradores para revelar os diferentes mistérios que tiveram o castelo Milderhurst como cenário. A história intercala incursões de Edie ao passado da mãe com relatos sobre a relação das excêntricas irmãs Blythe, antes e depois da passagem de Meredith pelo lugar. Percy, Saffy e Juniper continuaram a viver no castelo, isoladas do mundo, sofrendo as conseqüências dos acontecimentos ocorridos naquelas horas distantes que modificaram seu destino para sempre.

A Guardiã dos Segredos do Amor

1961: Em um escaldante dia de verão, enquanto sua família faz um piquenique à beira do rio em sua fazenda de Suffolk, Laurel, dezesseis anos, esconde-se na casa da árvore de sua infância sonhando com um rapaz chamado Billy, uma mudança para Londres e o brilhante futuro que ela mal pode esperar para abraçar. Porém, antes que a idílica tarde termine, Laurel terá testemunhado um crime chocante que muda tudo.
2011: Atriz prestigiada, Laurel se vê dominada por sombras do passado. Assombrada pelas lembranças e pelo mistério do que viu naquele dia, ela retorna à casa de sua afamília e começa a montar as peças de uma história secreta. A história de três estranhos de mundos muito diferentes - Dorothy, Vivien e Jimmy - que são reunidos por acaso na Londres da Segunda Guerra Mundial e cujas vidas se tonam intensa e dramaticamente entrelaçadas.
Alternando entre a década de 1930, a de 60 e o presente, A Guardiã dos segredos do amor é uma história fascinante de mistérios, assassinato e amor eterno.

Creio que há muito o que explorar no universo de Kate Morton, mas não sou dada a análises de livros sem lê-los de fato. Não há possibilidade de comparações com autoras que já tenha lido,  não é bom cair no lugar comum. Comparações  nem sempre são boas,  o melhor é realmente lê-los pela sinopse e conhecendo um pouco sobre como a autora escreve. As histórias se passam em  décadas como as de 1920, 1930 e 1960. Lerei e em breve trago novidades.

Aguardem!!! 

Verônica Sobreira -  Formada em Letras,  especializando-me em Crítica Literária e Produção Editorial. Nunca pensei em ser escritora, e sim em ser "expert"  em escrita. Amo ler desde sempre, leio de tudo um pouco, porém adoro a literatura de ficção sobre anjos. Consigo ler mais de dois livros ao mesmo tempo. O blog além de divertimento, é a extensão do meu trabalho que levo muito a sério -Administradora do Blog

3 comentários :

  1. Oi, Vê
    Adorei as fotos. Esse evento deve ter sido divertido. Não conhecia a autora, mas os livros devem ser muito bons.

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  2. Não lembro de ter lido nada da autora. :/
    As capas dos livros são deslumbrantes e as histórias parecem ser interessantes.
    Vou esperar suas resenhas.

    ResponderExcluir
  3. Esses encontros são sempre uma delícia! Eu adoro, mas poucas vezes consigo comparecer. Eu também não conhecia a autora. Gostei das sinopses dos livros e as capas estão muito bonitas. Vou aguardar sua opinião para me decidir pela compra. Bjus
    Lia Christo
    www.docesletras.com.br

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