News#18 - no mundo dos livros

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Globo Livros vence leilão para publicar novo romance de Khaled Hosseini  Fonte: Folha de S. Paulo - Por Redação

A editora Globo Livros venceu em leilão o direito de publicação do novo romance de escritor afegão Khaled Hosseini, And The Mountains Echoed (ainda sem título definido em português), inédito no Brasil. O lançamento deve acontecer no primeiro semestre de 2013. No leilão, realizado na terça-feira passada, 18/12, a editora também arrematou o direito de relançamento do best-seller O Caçador de Pipas, obra mais conhecida de Hosseini, que vendeu dois milhões de exemplares no Brasil. A nova edição deve sair pela Globo Livros também no próximo ano. Sete anos atrás, O Caçador de Pipas foi comprado pela editora Nova Fronteira por US$ 12 mil -- valor baixo se comparado aos atuais leilões, que, com frequência superam US$ 500 mil.


Eles não chegam lá  Fonte: Folha de S. Paulo - Por Marco Rodrigo Almeida

Basta uma rápida olhada nas listas de livros mais vendidos para notar dois cenários bem distintos no mercado editorial brasileiro. A categoria de não ficção é dominada por livros nacionais, quase sempre ocupando os primeiros lugares. Já entre os títulos de ficção, encontrar um autor brasileiro é como achar uma agulha em um palheiro. O site PublishNews, que monitora as vendas de 25% a 35% das livrarias do país, publicou um balanço de 2012 que ilustra bem a questão. Entre os 20 livros de não ficção de maior sucesso no ano, há 14 títulos brasileiros. Biografias do bispo Edir Macedo e do empresário Eike Batista e o manual de etiqueta da colunista da Folha Danuza Leão são os maiores sucessos da categoria. Na seara da ficção, há apenas dois autores brasileiros entre os 20: Jô Soares e Luis Fernando Veríssimo, ambos no fim da lista.


Ficção perdeu os leitores, diz o autor de ‘O Filho Eterno’  Fonte: Folha de S. Paulo  - Por Marco Rodrigo Almeida
Entre os escritores, como em geral costuma acontecer, o debate sobre mercado e arte gera um tanto de controvérsia e de discórdia. "O autor que se guia pelas tendências do mercado deixa de ser um artista para ser um comerciante", diz Marçal Aquino. É principalmente por falta de conhecimento, crê, que o público consome pouca ficção nacional. "É a velha questão, temos que investir na formação dos leitores. A ficção ainda é muito associada à diversão rápida. O leitor prefere ler uma biografia, pensa 'vou ler algo que me ensine alguma coisa'." [...] Já o autor Nelson de Oliveira acredita que "há um sério problema de falta de sintonia entre o grande público e os escritores brasileiros". [...] CristovãoTezza também fala em divórcio entre o autor brasileiro e o público. "Nós perdemos o leitor depois dos anos 1970, quando a universidade passou a dominar a literatura. Houve uma poetização da prosa, a narrativa clássica implodiu. Já o autor de não ficção, pelos próprios temas com os quais lida, nunca perdeu de vista o seu leitor.


Mais vendidos nas últimas semanas 

  1. Cinquenta tons de cinza - E. L. James  - Editora Intrínseca
  2. Cinquenta tons mais escuros - E. L. James  - Editora Intrínseca
  3. Cinquenta tons de liberdade - E.L. James - Editora Intrínseca
  4. Morte Súbita - J. K. Rowling  - Editora Nova Fronteira
  5. A travessia - William P. Young - Editora Arqueiro
  6. Box Cinquenta tons de cinza - E. L. James  - Editora Intrínseca
  7. Diálogos impossíveis - Luis Fernando Verissimo - Editora Objetiva
  8. Toda sua - Silvia Day- Editora Paralela
  9. O Hobbit - J. R. R. Tolkien WMF - Editora Martins Fontes
  10. Um porto seguro - Nicholas Sparks - Editora Novo Conceito


8 comentários :

  1. Eu concordo que a ficção está perdendo leitores...
    Mas eu adoro ficção, e leio sempre, tanto com autor nacional, como estrangeiro. E eu odeio biografias '-' Nada contra, mas, é super chato hahaha.

    Beijos, Andressa.

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  2. Post muito legal,sai do lugar comum dos post de news e informa fatos que o público geral não saberia,nem leria em outros lugares!!!!

    O máximo!!!

    bjsss

    Bianca

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  3. Gostei do post Verônica, bem diferente e informativo. Eu acho uma pena que a ficção esteja perdendo leitores. Eu sou uma leitora que gosto de ficção, e acho que ultimamente, melhorou muito a qualidade dos livros nesta temática.
    Lia Christo
    www.docesletras.com.br

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  4. Acho que o problema é que há pouco investimento em escritores nacionais de ficção. Eu, particularmente, prefiro obras de ficção, tanto nacional quanto internacional. Também creio que existe um preconceito por parte de alguns leitores em relação a literatura de ficção brasileira, digo isso pois conheço muitas pessoas assim. Do que depender de mim, sempre vou apoiar os leitores nacionais quando necessário.
    E nesse top 10 estão todos os livros que quero ler, só que estou sem grana, kkkkkk.
    Beijos!

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  5. Nunca fui fan de ficção, mas é uma pena que esteja perdendo seus leitores.

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  6. Ficçaõ não é muito minha praia, mas quem sabe eu goste desse não é mesmo.

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  7. Muito bem feito o post. Eu gosto de ficção e não importa a nacionalidade. Biografias apenas se eu tiver algum interesse na história da pessoa.

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  8. Eu simplesmente não gosto de biografias, tentei até ler algumas, mas sempre acabo abandonado!

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